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Apartamento para comprar
Lisboa
Sintra
Rio de Mouro
T3 em bom estado em Fitares próximo à estação
T3 em bom estado em Fitares próximo à estação

T3 em bom estado em Fitares próximo à estação

179 000 €
Rio de Mouro, Sintra, Lisboa
1 530 €/m²

Propriedades

Área útil (m²):
117 m²
Área bruta (m²):
120 m²
Empreendimento:
não
Tipologia:
T3
Casas de Banho:
2
Certificado Energético:
C
Condição:
Usado

Descrição

Imóvel de tipologia T3 com 2 casas de banho pronto a habitar em prédio com 2 elevadores e com ano de construção em 2002!

O imóvel está em muito bom estado de conservação, com 2 quartos com roupeiro mais um roupeiro de apoio no hall de entrada, cozinha equipada e com boa área, sala com cerca de 40m2 e com lareira, 2 casas de banho completas.

Este apartamento está numa localização bastante boa pois está próximo ao Pingo Doce de Fitares, Fitares Shopping, Ginásio, serviços básicos, transportes como comboio e autocarros, escola secundária, centro de saúde, acessos à IC19, A16, IC16 e A37.

Esta casa tem todo o potencial para ser seu, venha conhecer o seu futuro lar!

Descrição da zona:

Rio de Mouro é uma freguesia portuguesa do município de Sintra, com 16,43 km² de área e 47 311 habitantes e uma densidade populacional de 2 879,5 hab/km². Foi elevada a vila em 2 de Julho de 1993.

Encontra-se a 6 km da sede do concelho e a 15 km do centro de LX.

A origem de Rio de Mouro não pode ser localizada com precisão no tempo. Surge em documentos na Idade Média, mas por não ter albergado nenhuma instituição eclesiástica nesta época, os registos e descrições do seu território e população são escassos. Uma das primeiras referências surge em 1275 no Livro dos Bens de D. João de Portel. A tradição mantém que foi nesta zona da ribeira que o alcaide de Sintra terá perdido a vida, no decurso da sua fuga pela Tomada de Lisboa aos Mouros, em 1147. A presença de água foi preponderante nas lendas fundacionais desta e doutras terras próximas e foi este elemento o principal fator de fixação da população. Inserida num espaço pouco fértil, a população dependia de rios e ribeiras para o aproveitamento agrícola dos solos e, consequentemente, para a sua subsistência.

Pertenceu ao alfoz de Sintra até à criação de um outro município em 8 de abril de 1370, quando a zona sofreu uma divisão artificial. Nessa altura, o próprio lugar de Rio de Mouro juntamente com os restantes a sul passam para a jurisdição de Gomes Lourenço de Avelar, enquanto que a zona a norte da ponte de Rio de Mouro se manteve parte de Sintra. A dependência de Sintra refletia-se também no eclesiástico, pois formou parte da paróquia de São Pedro de Canaferrim até à construção da Igreja de Nossa Senhora de Belém, no século XVI.

O seu espaço seria por então tipicamente rural, com a população dispersa por lugares bastante reduzidos e pelas courelas, casais, quintãs e azenhas que ocupavam as zonas mais férteis nas margens da ribeira. As quintãs, pela grande dimensão e inúmeras estruturas de apoio, tornavam-se em verdadeiros centros administrativos, e eram detidas por elementos próximos à realeza ou homens abastados. Estruturados pela ribeira, são então descritos na zona de Rio de Mouro os núcleos de Asfamil, Covas e Cabra Figa. A atividade económica destes lugares baseava-se na produção de cereais, vinhas, legumes e fruta, esta última de grande importância na região de Sintra. Muitos dos proprietários da zona, leigos ou eclesiásticos, tinham a sua residência em Lisboa, o que afirma a dependência económica e importância de Rio de Mouro face à capital, para onde se produziam e abasteciam frutas e legumes. Estava diretamente ligada à cidade através da Estrada de Sintra, cuja presença significava um escoamento rápido e eficaz dessa produção, e lhe atribuía uma dinâmica própria.
Categoria Energética: C

Características

  • Elevador

Mapa

Relatório de preços praticados

Apartments T3, Rio de Mouro

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