{"id":5413,"date":"2026-01-16T14:32:01","date_gmt":"2026-01-16T14:32:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.imovirtual.com\/noticias\/?p=5413"},"modified":"2026-01-16T14:32:01","modified_gmt":"2026-01-16T14:32:01","slug":"solucao-permite-vender-casa-e-viver-nela","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.imovirtual.com\/noticias\/destaques\/solucao-permite-vender-casa-e-viver-nela\/","title":{"rendered":"A solu\u00e7\u00e3o que permite vender a casa e continuar a viver nela"},"content":{"rendered":"\n<p>Portugal enfrenta hoje um dos maiores desafios demogr\u00e1ficos da sua hist\u00f3ria: uma popula\u00e7\u00e3o cada vez mais envelhecida, muitas vezes propriet\u00e1ria de casas valorizadas, mas com rendimentos reduzidos. Ao mesmo tempo, o custo de vida aumenta e as pens\u00f5es nem sempre acompanham essas necessidades. Esta realidade levanta um grande desafio: como garantir qualidade de vida sem abdicar da sua casa de sempre?<\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos este exemplo pr\u00e1tico e baseado num caso real:<\/p>\n\n\n\n<p>A D. Maria numa conversa informal. Tinha 72 anos, vi\u00fava, propriet\u00e1ria de uma casa no Porto avaliada em 500 mil euros. A pens\u00e3o mal chegava para as despesas mensais, e havia obras necess\u00e1rias que ia adiando.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Era uma situa\u00e7\u00e3o que se repete, pessoas com patrim\u00f3nio significativo, mas sem liquidez para viver com dignidade. Vender a casa e mudar-se n\u00e3o era op\u00e7\u00e3o. Afinal, ali estava a sua hist\u00f3ria, a sua vizinhan\u00e7a, a sua identidade. Mas ficar tamb\u00e9m se tornava insustent\u00e1vel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das formas para resolver este tipo de situa\u00e7\u00f5es \u00e9 a venda com usufruto.<\/p>\n\n\n\n<p>O que \u00e9 afinal a venda com usufruto?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O conceito \u00e9 simples: separam-se dois direitos distintos. A nua-propriedade que passa para o comprador, e o usufruto que permanece nas m\u00e3os do vendedor. Na pr\u00e1tica, \u00e9 poss\u00edvel vender o im\u00f3vel, registar o usufruto na escritura e continuar a ocupar plenamente a casa. Para muitos propriet\u00e1rios seniores, isto representa uma forma de refor\u00e7ar a independ\u00eancia financeira e aproveitar melhor a vida, sem qualquer mudan\u00e7a na sua rotina ou ambiente familiar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de ganhar agora for\u00e7a em Portugal, este modelo est\u00e1 longe de ser novo. Em Fran\u00e7a, o famoso<em> viager<\/em> \u00e9 utilizado h\u00e1 mais de um s\u00e9culo. Na B\u00e9lgica e It\u00e1lia, a venda de nua-propriedade com manuten\u00e7\u00e3o do usufruto faz parte do mercado imobili\u00e1rio tradicional. Nestes pa\u00edses, a ideia de monetizar a casa sem abdicar dela \u00e9 vista como uma op\u00e7\u00e3o racional e socialmente respons\u00e1vel, tanto para propriet\u00e1rios como para investidores, que acabam por adquirir um ativo por um desconto atrativo, ajustado ao modelo do usufruto.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das empresas que trouxe este conceito \u00e9 a UZU.<\/p>\n\n\n\n<p>O mercado portugu\u00eas precisava de solu\u00e7\u00f5es como esta e fui conhecer o trabalho da UZU que estava a chegar ao pa\u00eds. A empresa simplificou o processo, tornou-o mais transparente e criou uma estrutura tecnol\u00f3gica e jur\u00eddica que garante seguran\u00e7a em todas as etapas. Para dar um exemplo, a Dona Maria recebe o valor que corresponde \u00e0 nua-propriedade e mant\u00e9m o usufruto, enquanto as avalia\u00e7\u00f5es e procedimentos necess\u00e1rios s\u00e3o conduzidos por profissionais especializados.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi assim que nasceu a parceria entre a UZU e o Grupo CENTURY 21 Arquitectos. A equipa assume todo o acompanhamento ao propriet\u00e1rio, desde a angaria\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise do im\u00f3vel at\u00e9 \u00e0 prepara\u00e7\u00e3o documental, representa\u00e7\u00e3o no processo e liga\u00e7\u00e3o a investidores. \u00c9 a ponte entre a inova\u00e7\u00e3o da UZU e a realidade do mercado nacional, assegurando que cada opera\u00e7\u00e3o decorre com total rigor t\u00e9cnico e humano.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar da exclusividade da parceria, a UZU quer garantir que esta solu\u00e7\u00e3o chega ao maior n\u00famero poss\u00edvel de pessoas. Por isso, o processo est\u00e1 tamb\u00e9m aberto a outras imobili\u00e1rias, que podem apresentar im\u00f3veis para venda com usufruto e beneficiar de um modelo colaborativo justo. Com efeito, qualquer ag\u00eancia pode oferecer esta solu\u00e7\u00e3o aos seus clientes, sem necessidade de conhecimento mais t\u00e9cnico especializado nem risco mitigado. As opera\u00e7\u00f5es s\u00e3o tratadas atrav\u00e9s do Grupo CENTURY 21 Arquitectos, mantendo-se uma partilha de resultados equilibrada e vantajosa para todos os intervenientes.<\/p>\n\n\n\n<p>O imobili\u00e1rio tamb\u00e9m \u00e9 uma miss\u00e3o social<\/p>\n\n\n\n<p>A evolu\u00e7\u00e3o do mercado imobili\u00e1rio passa por solu\u00e7\u00f5es que conciliem efici\u00eancia econ\u00f3mica com responsabilidade social. A venda com usufruto \u00e9 uma dessas solu\u00e7\u00f5es. Clara, segura e alinhada com as necessidades de uma popula\u00e7\u00e3o em transforma\u00e7\u00e3o. Ao permitir que o patrim\u00f3nio seja utilizado de forma inteligente e equilibrada, este modelo contribui para um setor mais funcional, mais consciente e mais atento ao impacto que tem na vida das pessoas. \u00c9 uma abordagem que refor\u00e7a a import\u00e2ncia de unir inova\u00e7\u00e3o a prop\u00f3sito.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Portugal enfrenta hoje um dos maiores desafios demogr\u00e1ficos da sua hist\u00f3ria: uma popula\u00e7\u00e3o cada vez mais envelhecida, muitas vezes propriet\u00e1ria de casas valorizadas, mas com rendimentos reduzidos. Ao mesmo tempo, o custo de vida aumenta e as pens\u00f5es nem sempre acompanham essas necessidades. 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