O nosso lar representa muito mais do que apenas um edifício ou uma simples estrutura, seja ele um apartamento ou uma moradia.

Porém, é necessário perceber que ambos os imóveis apresentam um conjunto alargado de vantagens. As desvantagens também existem e não pode escondê-las no momento da venda. Para realizar um negócio de sucesso é necessário, portanto, algum trabalho de casa.

 

Vender uma moradia: destaque na privacidade e na exclusividade

Aquando a venda de uma moradia pode destacar o usufruto de áreas exclusivamente do proprietário, como é o caso dos espaços livres, jardins e piscinas.

A moradia confere uma privacidade que pode não se verificar num apartamento. Deste modo, aproveite e realce o facto de não existirem problemas com a habitação de animais de estimação, com jantares tardios ou até obras.

A moradia permite uma margem de manobra maior quer na vivência diária, quer em situações mais pontuais, que são mais condicionadas no caso de um apartamento. Portanto, estes pormenores valorizam a sua venda.

No entanto, também existem alguns constrangimentos, nomeadamente, com o valor do negócio ou custos de manutenção.

 

Vender apartamento: destaque na baixa manutenção e na segurança

Quando nos remetemos às mais-valias a destacar no momento de venda de um apartamento, é importante mencionar a segurança.

Ausentar-se de um apartamento para umas férias, por exemplo, não lhe causará o mesmo sentimento de insegurança que uma moradia pode trazer, pelo seu isolamento estrutural. O valor de negócio de um apartamento, bem como, as suas manutenções também são mais reduzidas.

Como fatores de desvantagem podemos mencionar o pagamento de uma quota mensal ao condomínio, o facto de ter de cumprir com as regras do mesmo. Horários estipulados para realização de obras e situações diversas que impliquem ruído são alguns exemplos.

 

Existem outros fatores que fazem a diferença ao vender uma moradia e vender um apartamento

Poderá valorizar uma maior liberdade no que respeita às obras numa moradia. A sua estrutura poderá ser alterada conforme a vontade do proprietário, alterando até tipologias da construção ou o espaço livre exterior. Está apenas sujeito a que algumas dessas alterações tenham de ser comunicadas previamente para obter o respetivo licenciamento, geralmente camarária.

Já no caso de um apartamento, deverá respeitar a estrutura do próprio edifício, encontrando-se mais limitado nas alterações internas que pretenda realizar. Já no espaço comum pouco poderá intervir, uma vez que é uma área que respeita todos os condóminos.

Pintar a fachada da sua casa, alterar o telhado, abrir portas, janelas ou claraboias, são mais alguns exemplos de alterações que pode efetuar numa moradia, mas não num apartamento.

Em ambos os casos, antes de qualquer obra, verifique aquilo que é permitido fazer.

 

O seu público-alvo

No que respeita ao seu público-alvo, este será diferente em ambos os casos. Para qualquer uma das opções, o mesmo será definido pelo objetivo da compra, a finalidade da aquisição, tipo de construção, condições da casa, localização, entre outros.

Existe o público que não se imagina a viver em apartamentos com várias frações, ou seja, rodeado de muitas pessoas. Há ainda aquele que não se imagina a tratar de uma moradia sozinho, uma vez que este tipo de imóvel requer um esforço acrescido, no que respeita à sua manutenção.

Dentro dos diferentes targets, encontramos ainda aqueles que se ausentam várias vezes ao ano, e para o qual a vida em comunidade – apartamento – lhe confere maior segurança, e aqueles que se imaginam a viver numa moradia com a família por muitos anos.

O nosso conselho é que faça uma avaliação sobre o imóvel, realçando os seus pontos fortes, e que defina bem o seu público-alvo.

 

O mercado tem procura para ambas as ofertas. Definido o tipo de venda que quer trabalhar, resta escolher um portal imobiliário de referência, como o Imovirtual, e lançar o seu negócio!