68 000 €
  • 294 m²
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TERRENO PARA CONSTRUÇÃO EM ERMESINDE, VALONGO

68 000 €
231 €/m²
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Cristina Miranda
960

Propriedades

  • Área de terreno (m²): 294 m²
  • Tipo de terreno: Urbano

Descrição

Descrição do imóvel: Terreno para construção de moradia unifamiliar geminada
Localização e envolvente: Terreno enquadrado na Av. Eng. Duarte Pacheco, Palmilheira, em Ermesinde, Valongo. Na envolvente existe oferta de serviços (cafés, padarias, farmácias, talhos, mercearias, supermercados, escolas, centro de saúde...) e transportes públicos (autocarros e comboios). Prédio (de acordo com as cadernetas prediais): “Terreno para construção.” Principais características: - terreno para construção de moradia unifamiliar geminada - possibilidade de aquisição de imóvel adjacente para construção - várias frentes (orientação sudoeste/noroeste/nordeste) Outras características e valências: - propriedade totalmente vedada/murada Pontos de interesse: - a 190m de uma farmácia - a 200m de um supermercado - a 400m do Pavilhão Municipal de Ermesinde - a 55m da REPSOL (Abastecimento de Combustível) - a 600 m do Minipreço - a 600m do AKI - a 600 m do Lidl - a 1,1km das Piscinas Municipais de Águas Santas - a 1,2km do Continente - a 1,2km da Worten Transportes e acessos: - a 110 m da paragem de autocarro (704) - a 1,4km da estação de comboio (Águas Santas – Palmilheira) - a 2,3km do acesso à A4 - a 14,6 km do aeroporto Francisco Sá Carneiro - a 15,3 km do Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões Áreas Totais: - Área total do terreno: 293,5000 m2 - Área de implantação do edifício: 88,0000 m2 - Área bruta de construção: 293,5000 m2 - Área bruta dependente: 29,3500 m2 Outros valores: - Valor de condomínio: (não se aplica) - Valor IMI: 78,30€ (anual) Plano Director Municipal: Este imóvel está classificado no PDM de Valongo como “Espaço Residencial R.II(1)”: “Artigo 46.º Edificabilidade em solo urbano 1 — A edificabilidade em solo urbanizado e em solo urbanizável rege-se pelo disposto nas diferentes categorias e subcategorias do solo urbano, exceptuando-se as situações em que a Câmara Municipal: a) Admita altura de edificação inferior ao dominante da frente edificada consolidada, desde que daí não resultem situações de evidente ruptura morfológica; b) Aceite soluções para colmatação de empenas de edificações existentes, nos termos e com as características definidas em regulamento municipal; c) Estabeleça novas características urbanas, para alinhamentos, recuos, afastamentos, altura da edificação ou forma de relação dos edifícios com o espaço público, através dos instrumentos de gestão adequados ou mediante aprovação dessas novas características pela Assembleia Municipal. 2 — Os parâmetros urbanísticos definidos para as diversas categorias e subcategorias do solo urbano aplicam-se à totalidade dos prédios ou lotes legalmente estabelecidos, incluindo nas áreas cedidas ao domínio municipal para equipamentos de utilização colectiva, sem prejuízo do disposto no número seguinte. 3 — Nas áreas cedidas ao domínio municipal para equipamentos de utilização colectiva ou para espaços verdes e de utilização colectiva, aplicam-se os parâmetros de edificabilidade definidos no artigo 96.º, independentemente do índice de utilização do solo resultante da operação urbanística que lhe deu origem. 4 — No caso de operações urbanísticas situadas simultaneamente em solo rural e em solo urbano, as parcelas de terreno localizadas em solo rural não poderão ser contabilizadas para efeito do cálculo dos índices de utilização e de impermeabilização em solo urbano. 5 — Sem prejuízo da aplicação das disposições específicas de edificabilidade referentes às diversas categorias e subcategorias de solo urbano, o deferimento da construção de qualquer edifício com um número total de pisos superior a 9, fica condicionado a parecer favorável da Assembleia Municipal. 6 — Não se consideram para efeitos de contabilização de número total de pisos, as instalações técnicas localizadas na cobertura dos edifícios, destinadas às infraestruturas indispensáveis ao edifício, desde que a área afecta a este fim não exceda 10 % da área de cobertura, e garanta o afastamento mínimo de 3 m aos planos das fachadas. Artigo 47.º Estacionamento em solo urbano As operações urbanísticas em solo urbano devem prever espaços para estacionamento adequado às suas necessidades, de acordo com o previsto na Secção V do Capítulo V do presente regulamento. SUBSECÇÃO II Espaços centrais (C) Artigo 48.º Identificação e usos 1 — Os Espaços centrais correspondem a áreas do solo urbano do concelho com características morfotipológicas associadas a funções de centralidade, ou que se destinam a assumir essas funções, dividindo-se estes espaços, de acordo com a hierarquia no sistema urbano concelhio, em áreas centrais existentes, nos aglomerados urbanos de Ermesinde e de Valongo, e em áreas que se pretendem promover como centrais, nos aglomerados urbanos de Alfena, de Campo e de Sobrado. 2 — Estes espaços destinam-se a habitação, comércio, serviços e equipamentos, admitindo-se outros usos desde que compatíveis. 3 — Nas operações urbanísticas envolvendo novos edifícios com três ou mais unidades de ocupação, os usos do piso térreo devem dar continuidade funcional aos usos dominantes da frente urbana em que se integra a pretensão. 4 — Os Espaços centrais integram: a) Espaços centrais em solo urbanizado dentro de zona urbana consolidada, identificados como C (1); b) Espaços centrais em solo urbanizado fora de zona urbana consolidada, identificados como C (2). Artigo 49.º Edificabilidade Nos Espaços Centrais aplicam-se os seguintes parâmetros urbanísticos: a) Em C (1): i) Manutenção dos alinhamentos, recuos, afastamentos, altura da edificação e forma de relação dos edifícios com o espaço público, presentes em mais de metade dos edifícios da frente edificada consolidada em que se insere a pretensão; ii) Os parâmetros definidos para C (2), nos casos em que se verifique a ausência ou impossibilidade de definir as características morfotipológicas referidas na subalínea anterior. b) Em C (2): i) Índice de utilização do solo máximo de 1.40; ii) Nos aglomerados urbanos de Alfena, de Campo e de Sobrado, o máximo de 5 pisos; iii) Alinhamentos determinados pelas características da via ou vias, existentes ou propostas, de acordo com o previsto no Capítulo V. c) Índice de impermeabilização máxima de 80 %, independentemente da localização. SUBSECÇÃO III Espaços residenciais (R) Artigo 50.º Caracterização 1 — Os Espaços residenciais correspondem a áreas do solo urbano do concelho destinadas predominantemente a habitação. 2 — Estes espaços dividem-se em duas subcategorias: a) Espaços residenciais do tipo I (R.I); b) Espaços residenciais do tipo II (R.II) (...) DIVISÃO II Espaços residenciais do tipo II (R.II) Artigo 53.º Identificação e usos 1 — Os Espaços residenciais do tipo II destinam-se à construção de edifícios de habitação uni ou bifamiliar, admitindo-se outros usos desde que compatíveis. 2 — Nas operações urbanísticas envolvendo novos edifícios, localizadas fora de zona urbana consolidada, a afectação a usos não habitacionais não pode exceder os 60 % da área total de construção. 3 — Estas áreas integram: a) Espaços residenciais do tipo II em solo urbanizado dentro de zona urbana consolidada, identificados como R.II (1); b) Espaços residenciais do tipo II em solo urbanizado fora de zona urbana consolidada, identificados como R.II (2); c) Espaços residenciais do tipo II em solo urbanizável, identificados como R.II (3). Artigo 54.º Edificabilidade 1 — Nas R.II (1) e R.II (2) aplicam-se os seguintes parâmetros urbanísticos: a) Em R.II (1): i) Manutenção dos alinhamentos, recuos, afastamentos, altura da edificação e forma de relação dos edifícios com o espaço público, presentes em mais de metade dos edifícios da frente edificada consolidada em que se insere a pretensão; (...) SUBSECÇÃO IV Espaços urbanos de baixa densidade (BD) Artigo 55.º Identificação e usos 1 — Os Espaços urbanos de baixa densidade correspondem a áreas do solo urbano do concelho que se destinam a funções residenciais de baixa densidade com usos complementares agrícolas ou florestais. 2 — Nos Espaços Urbanos de Baixa Densidade poderão ainda localizar-se equipamentos de utilização colectiva, desde que sustentados por projecto que demonstre e justifique o interesse público municipal, e este seja expressamente reconhecido pela Assembleia Municipal. Artigo 56.º Edificabilidade Nos Espaços Urbanos de Baixa Densidade aplicam-se os seguintes parâmetros urbanísticos: a) Índice de utilização do solo máximo de 0.60; b) Tipologia unifamiliar isolada com um máximo de 4 pisos; c) Índice de impermeabilização do solo máximo de 40 %; d) Área mínima do lote de 2.000 m2, no caso de operações de loteamento. (...)” in “MUNICÍPIO DE VALONGO - Aviso n.º 1634/2015 - Revisão do Plano Director Municipal de Valongo (RPDMV)”, Diário da República, 2.ª série — N.º 29 — 11 de fevereiro de 2015, p 4008-4010
Áreas e índices (resumo): - espaços residenciais do tipo II em solo urbanizado dentro de zona urbana consolidada, identificados como R.II (1) - os espaços residenciais do tipo II destinam-se à construção de edifícios de habitação uni ou bifamiliar, admitindo-se outros usos desde que compatíveis - índice máximo de ocupação do solo: 60% - índice máximo de impermeabilização do solo: 40 % - número máximo de pisos acima da cota de soleira: 4

Nota: para maior facilidade na identificação deste imóvel, por favor, refira o respectivo ID. Em caso de agendamento de visita, faça-se acompanhar de um documento de identificação. Muito obrigado!
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